Neste centenário não há quaisquer propósitos de consagração póstuma. A posteridade de Rafael reside na sua obra e no seu contributo ímpar para o Renascimento.
Por razões que dispensam justificação é na Itália (Urbino, Milão e Roma ) que se preparam as maiores exposições dedicadas a Rafael em 2020. A sua universalidade e multidisciplinaridade, porém, motivam instituições Inglesas, Espanholas, Francesas e Alemãs para outras exposições com diversos formatos e enfoques.
Palácio do Quirinal
5 de Março a 14 de Junho
Em colaboração com a “Galleria degli Uffizi”, o “Pallazo Pitti”, a “Gallerie Nazionale d’Arte Antica” (sediada no “Pallazo Barberini” e no “Pallazo Corsini”) , o Quirinal exibe, entre outras, as seguintes obras de Rafael:- Auto Retrato (1504-1506);
- Retratos de “Agnolo e Maddalena Doni“ (1504-1507);
- A “Madonna del Cardellino” (c. 1506 c.);
- A “Madonna della Seggiola” (c.1506);
- A “Madonna la Velata” (1515);
- A “Madonna del Granduca” (c.1505);
- A “Madonna del Baldacchino” (1506).
- Retrato de “La Fornarina” (1518-1519).
As participações do “Prado”, do “Louvre”, e da “National Gallery” ainda não foram divulgadas. Contudo, até ao presente está assegurada a exibição de cerca de 50 pinturas de Rafael no Quirinal.
Louvre
6 de Maio a 17 de Agosto
Apesar de possuir uma notável colecção de peças de Rafael crê-se que a sua adesão ao programa comemorativo se resume a cedências e a uma referência meramente circunstancial no âmbito da exposição “Corps et Âme” em parceria com o “Musei Castell Sforzesco”.
National Gallery
3 de Outubro a 24 de Janeiro de 2021
Exibirá obras vindas por empréstimos do Prado, Louvre, Museus do Vaticano, Galleria degli Uffizi, National Gallery of Art (Washington) e do Museu de Belas Artes de Budapeste (Szépművészeti Múzeum).Destaques para a “Madonna Esterházy” (1508), o “Retrato do Papa Júlio II” (1508) , e a “Madonna dei Garofani” (1506-1507). Estas peças serão o tema central para uma leitura da obra rafaelita não só de pintura mas também de desenho, arquitectura, arqueologia e poesia.