António Inverno - Pintura - P55 - A plataforma da Arte
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António Inverno

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António Inverno (1944 - 2016)

Título: Touro

Técnica: Óleo sobre madeira

Ano:1987

Dimensões: 50 cm diâmetro

Com moldura

 

Pintor e especialista em serigrafia, Inverno foi colaborador da revista Seara Nova, e trabalhou com artistas como Júlio Pomar, Marcelino Vespeira, António Charrua, Eduardo Nery, Maria Keil, Francisco Relógio, Jorge Vieira, Espiga Pinto, Paula Rego, Manuel Cargaleiro, Artur Bual e Mário Cesariny, entre outros, realizando várias serigrafias dos diferentes artistas. Fez parte, tal como Almada Negreiros, dos criadores escolhidos para a decoração de interiores do edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Em 1972, abriu um atelier de serigrafia na rua da Emenda, na capital portuguesa, espaço também de várias tertúlias, e veio mais tarde a ter uma atelier em Beja, de onde foi desalojado. Trabalhava actualmente na Escola Superior de Educação da capital baixo-alentejana.
António Inverno foi sócio fundador da associação AR.CO - Centro de Arte & Comunicação Visual e do Centro Cultural de Almada, onde participou em várias ações de dinamização cultural. Era membro da Academia Nacional de Belas-Artes.

O artista realizou cartazes para peças de teatro, entre as quais O suicidário, de Nikolai Erdman, protagonizada por Mário Viegas, no Teatro Aberto. Numa entrevista ao Diário do Alentejo, António Inverno afirmou: "Trabalhei muito com o teatro. O teatro sempre me deu uma certa elasticidade mental, porque um indivíduo está sempre a fazer uma maqueta ou outra coisa qualquer, nunca pára. E parece mal dizê-lo, mas tenho cartazes sobre o teatro com uma certa piada".

Em 1995, venceu o Prémio Nacional de Pintura da Academia Nacional de Belas-Artes. O Presidente da República Mário Soares condecorou-o com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique. No ano passado, em Maio, inaugurou uma exposição de pintura e serigrafias, na Galeria dos Escudeiros, em Beja.

Sobre a sua obra, disse ao mesmo diário alentejano: "De um modo geral, as minhas coisas têm uma carga maçónica. Porque é uma filosofia que defendo e que pratico há muitos anos". Sobre as obras de arte afirmou numa entrevista à imprensa: "O pintor só considera a obra concluída, quando abre mão dela e perde completamente o seu contacto; caso contrário, nunca cessa de lhe vincar mais um contorno, de lhe meter aqui mais luz ou de lhe sombrear ali uma expressão". O artista está representado em várias colecções públicas e particulares, assim como em museus, em Portugal e no estrangeiro.

 

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